A NÃO ASSINATURA: LEONOR RODRIGUES FRAGA – CAPITANIA DE SERGIPE DEL REY (1752)

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-3828.2022v11n2p47-58

Autores

  • Vera Maria dos Santos Universidade Tiradentes-UNIT

Publicado

2022-02-10

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Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar a condição de não assinante da viúva Leonor Rodrigues Fraga, a partir da escala de assinaturas de Justino Magalhães (2001). As fontes que deram suporte para este estudo são as bibliográficas e o inventário post mortem de Antonio Teixeira de Souza, de 1752. A base teórica que alicerçou a discussão se deu a partir dos seguintes autores: Magalhães (2001), para discutir a assinatura; Bourdieu (1999), Faria (1998) e Autor (2016), para discutir o sentido de família; Vellasco (2004) e Heinz (2006), para entender as elites locais. O Paradigma Indiciário norteou a coleta de dados e a construção da análise, na qual se evidenciou o perfil de Leonor Rodrigues Fraga, moradora de Porto da Folha, ao tempo em que emergiu a posição de não assinante dessa mulher setecentista sergipana.

 

Biografia do Autor

Vera Maria dos Santos, Universidade Tiradentes-UNIT

Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Tiradentes e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas: Colonização, Cultura e Educação UNIT/CNPQ. Associada à Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE), desenvolve as suas pesquisas na área de educação, sob o patamar da História da Educação, sobre os seguintes temas: disciplinas e impressos escolares, intelectuais, e sobre o Período Colonial, considerando a relação Sergipe/Brasil e o Império Atlântico Português. Em 2018 iniciou o projeto de pesquisa “A Ordem Civilizatória Portuguesa: Capitania de Sergipe Del Rey XVIII ao XIX”, financiado pelo Edital MCTIC/CNPq Nº 28/2018. Este artigo vincula-se ao mencionado projeto, na medida em que discute o século XVIII, na Capitania de Sergipe Del Rey.

Como Citar

dos Santos, V. M. (2022). A NÃO ASSINATURA: LEONOR RODRIGUES FRAGA – CAPITANIA DE SERGIPE DEL REY (1752). EDUCAÇÃO, 11(2), 47–58. https://doi.org/10.17564/2316-3828.2022v11n2p47-58