A EDUCAÇÃO NÃO-ESCOLAR COMO POTENCIALIZADORA DE PROCESSOS (TRANS)FORMATIVOS DE JOVENS UNIVERSITÁRIOS/AS

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-3828.2020v9n3p83-95

Autores

  • Jeane Felix Universidade Federal da Paraíba
  • Mariana Lins de Oliveira Universidade Federal da Paraíba

Publicado

2020-08-19

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Resumo

Em nosso cotidiano como docentes formadoras de profissionais da Educação, temos nos inquietado com narrativas de nossos/as jovens estudantes que expressam uma certa falta de sentido com seus projetos de vida, que incluem estar na universidade, ter uma identidade com o(s) curso(s) e com o exercício profissional dele(s) decorrente(s). Algumas dessas narrativas sinalizam uma espécie de não “pertencimento ao mundo”, medo de terminar o curso, (não) atuar na área em que estão se formando, desejo de mudar de área, entre outros. Tais narrativas têm produzido inquietações que nos levam a pensar no espaço da universidade como reprodutor de uma “fôrma-escolar” homogeneizante, que parece deixar poucas brechas para que aos/às jovens construam sentidos sobre ser (e estar) no curso (e no mundo). Assim, este texto busca refletir, a partir de nossas experiências docentes, sobre produção de sentidos - acadêmicos e profissionais - para jovens universitários/as dos cursos de Pedagogia e Psicopedagogia, nos quais atuamos. Para tanto, faremos uma discussão sobre as juventudes e suas relações com as instituições educativas, apostando nas experiências não escolares como potencializadoras da construção de sentidos para jovens estudantes universitários/as. Desejamos, com isso (quem sabe?), indicar algumas pistas de como as experiências não-escolares podem contribuir para a (re)invenção de processos (trans)formativos de educadores(as) na direção de torná-los mais sensíveis e pulsantes. Palavras-chave: Jovens universitários/as; educação não escolar; produção de sentidos; projeto de vida.

Como Citar

Felix, J., & de Oliveira, M. L. (2020). A EDUCAÇÃO NÃO-ESCOLAR COMO POTENCIALIZADORA DE PROCESSOS (TRANS)FORMATIVOS DE JOVENS UNIVERSITÁRIOS/AS. EDUCAÇÃO, 9(3), 83–95. https://doi.org/10.17564/2316-3828.2020v9n3p83-95