O CASO DA MÉDICA DE CURITIBA: ESTUDO SOBRE EUTANÁSIA, HOMICÍDIO E INCOMPREENSÃO DO PROCESSO DE MORTE

Autores

  • Roberta Marina Cioatto Universidade Federal de Santa Catarina
  • Sammya Caroline Alves Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-381X.2026v10n3p173-197

Resumo

O caso da médica do Hospital Universitário Evangelista de Curitiba, que acabou sendo conhecida como Doutora Morte há cerca de dez anos, refletiu-se no Brasil como um caso de eutanásia. Mas, em havendo condenação pelas mortes ocorridas, teria se tratado, efetivamente, de eutanásia? Esta pesquisa teve como objetivo geral investigar se o caso da médica está relacionado ou não com eutanásia e, como objetivos específicos: a) explicar quais argumentos foram utilizados em relação ao caso; b) apresentar a abordagem feita pela mídia ao caso da médica quanto à imposição do termo eutanásia; e c) demonstrar como a falsa compreensão, o desconhecimento de técnicas médicas, a ausência de comunicação eficaz entre médicos, pacientes e familiares e a incompreensão da aceitação sobre a finitude da vida refletem em casos como o estudado. Foi utilizada a pesquisa bibliográfica. Como resultado, o que pode ter ocorrido foram atos respaldados na literatura médica, incompreendidos por muitos, dentre os quais os familiares dos enfermos.

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Biografia do Autor

Roberta Marina Cioatto, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Direito pela UFSC. Mestra em Direito pela UNISC. 

Sammya Caroline Alves Rodrigues

Advogada.

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Publicado

2026-06-16

Como Citar

Cioatto, R. M., & Rodrigues, S. C. A. (2026). O CASO DA MÉDICA DE CURITIBA: ESTUDO SOBRE EUTANÁSIA, HOMICÍDIO E INCOMPREENSÃO DO PROCESSO DE MORTE. Interfaces Científicas - Direito, 10(3), 173–197. https://doi.org/10.17564/2316-381X.2026v10n3p173-197

Edição

Seção

Artigos