MANGANÊS NA DENTIÇÃO DECÍDUA DE ESCOLARES E DIFERENTES ASPECTOS DE EXPOSIÇÃO AMBIENTAL E HÁBITOS DE VIDA

Autores

  • Leandro Germano da Silva Fleury Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)
  • Grasieli de Oliveira Ramos Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)
  • Analu Mantovani Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Diego Carvalho Docente do Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde, Área de Ciências da Vida e Saúde, UNOESC – Campus de Joaçaba/SC; Doutor em Fisiologia Geral pela Universidade de São Paulo
  • Aline Pertile Remor Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-3798.2021v8n3p163-181

Palavras-chave:

Agrotóxicos, Manganês, Neurotoxicidade, Exposição ambiental, Hábitos de vida, Dentes decíduos

Resumo

Introdução: O Manganês (Mn) é classificado como um elemento essencial e é essencial para o funcionamento de muitos processos fisiológicos. No entanto, em altas concentrações ou devido à exposição ambiental excessiva, pode vir a causar neurotoxicidade. Muitos agrotóxicos podem ser uma importante fonte desta toxicidade, visto que muitos deles contêm Mn em suas formulações. Neste cenário, torna-se de suma importância determinar o impacto desta substância na saúde humana, já que pesticidas são amplamente utilizados no Brasil e no mundo. Objetivo: Este estudo objetivou mensurar a quantidade de metais, Mn e Ferro (Fe), na dentição decídua de escolares em uma região de Santa Catarina/Brasil e a possível relação com diferentes aspectos de exposição ambiental e hábitos de vida. Metodologia: Foram coletados os dentes decíduos de escolares com faixa etária entre 6 e 12 anos, e mensuradas as concentrações dos metais Mn e Fe através de espectrometria de absorção atômica. Foram incluídos no estudo, indivíduos residentes nas zonas rural e urbana de sete municípios. Além disso, foram coletadas informações qualitativas a respeito de hábitos de vida e exposição ambiental através de questionário aplicado. Resultados: Os resultados do estudo mostraram que não houve diferenças significativas dos níveis dos metais em relação às variáveis analisadas no estudo, como entre os sexos, as zonas de residência, a origem dos alimentos e da água. Conclusão: De acordo com os dados obtidos, pode-se concluir que as concentrações encontradas de Mn não apresentaram relação com os aspectos de exposição ambiental e hábitos de vida, na amostra estudada.

Biografia do Autor

Leandro Germano da Silva Fleury, Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)

Médico Pediatra pelo Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas – Porto Alegre/RS

Grasieli de Oliveira Ramos, Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)

Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biociências e Saúde da Universidade do Oeste de Santa Catarina; Doutora em Odontologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Analu Mantovani, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Laboratório dos Solos, UNOESC – Campus de Campos Novos/SC; Doutora em Ciência do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Aline Pertile Remor, Programa de Pós-Graduação em Biociências e Saúde (PPGBS), Área de Ciências da Vida e Saúde, Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC)

Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Biociências e Saúde da Universidade do Oeste de Santa Catarina; Doutora em Neurociências pela Universidade Federal de Santa Catarina

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Publicado

2021-06-21

Como Citar

Fleury, L. G. da S., Ramos, G. de O., Mantovani, A., Carvalho, D., & Remor, A. P. (2021). MANGANÊS NA DENTIÇÃO DECÍDUA DE ESCOLARES E DIFERENTES ASPECTOS DE EXPOSIÇÃO AMBIENTAL E HÁBITOS DE VIDA. Interfaces Científicas - Saúde E Ambiente, 8(3), 163–181. https://doi.org/10.17564/2316-3798.2021v8n3p163-181

Edição

Seção

Artigos