AVALIAÇÃO ETNOBOTÂNICA DAS ESPÉCIES DAS FAMÍLIAS ASTERACEAE E LAMIACEAE UTILIZADAS COM POTENCIAL MEDICINAL NA REGIÃO DE PORTO VELHO – RONDÔNIA

  • Leandro do Nascimento Martinez Mestrando pelo programa de Pós-Graduação em Biologia Experimental pela Universidade Federal de Rondônia (PGBIOEXP/UNIR)
  • Francisco Lurdevanhe da Silva Rodrigues Pós-graduação em Laboratório de Saúde Pública e vigilância em Saúde - Faculdade São Lucas, Campus I. Porto Velho, Rondônia
  • Nairo Brilhante da Silva Doutorando pelo programa de Pós-graduação em Biologia Molecular e Celular pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC /FIOCRUZ), Porto Velho, Rondônia
  • Ediana Vitor dos Santos Pós-graduação em metodologia do Ensino de Biologia e Química, Faculdade Batista de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais e docente do ensino Fundamental e Médio, Itaguaçu, Mato Grosso
  • Joana D'Arc Neves Costa Doutora em Biologia Experimental pela Universidade Federal de Rondônia, vinculada ao Centro de Pesquisa em Medicina Tropical – CEPEM/ Secretaria de Saúde - SESAU, Porto Velho, Rondônia

Resumo

O Brasil alberga uma incontestável diversidade de plantas utilizadas com potencial medicinal para o tratamento de várias doenças, vale ressaltar que muitas espécies ainda não têm sua comprovação quanto o seu real potencial terapêutico. A partir de um levantamento etnobotânico na região de Porto Velho - Rondônia objetivou-se verificar para qual finalidade é usada as espécies das famílias Lamiaceae e Asteraceae. Para a confirmação cientifica utilizou-se as plataformas SciELO, PubMed, ScienceDirect e LILACS, foi utilizada a base de dados Internacional Plant Names Indes (IPNI), Tropicos Missouri Botanical Garden, para a confirmação dos nomes científicos atualizados. Das plantas mais citadas da família Asteraceae apenas a Acmella olarecea L. não foi encontrado nenhum estudo para problemas cardiovasculares e nem para patologias respiratórias, como os entrevistados havia indicado, seus estudos centrados para cicatrização de ulceras, a família Lamiaceae dentre as mais citadas todas confirmam a sua efetividade na literatura, entretanto o Plecanthus barbatus Andrew. Demonstrou não ser eficaz contra a malária, os estudos até o momento corroboram com a indicação popular, evidenciando a importância de aliar o conhecimento empírico com os estudos científicos.
Publicado
2020-12-02
Como Citar
Martinez, L. do N., Rodrigues, F. L. da S., Silva, N. B. da, Santos, E. V. dos, & Costa, J. D. N. (2020). AVALIAÇÃO ETNOBOTÂNICA DAS ESPÉCIES DAS FAMÍLIAS ASTERACEAE E LAMIACEAE UTILIZADAS COM POTENCIAL MEDICINAL NA REGIÃO DE PORTO VELHO – RONDÔNIA. Interfaces Científicas - Saúde E Ambiente, 8(2), 431-445. https://doi.org/10.17564/2316-3798.2020v8n2p431-445
Seção
Artigos