Representação Feminina, Identidade Masculina

  • Djalma Thürler UFBA
  • Rafael Aragão Ufba
Palavras-chave: Hope (marca), Gênero, Normatividade, Masculinidades

Resumo

Neste artigo buscamos analisar o episódio controverso envolvendo a top model brasileira Gisele Bündchen e a marca de lingerie Hope. Numa polêmica campanha, a marca leva para a televisão um discurso de “sensualidade” feminina que supera a “racionalidade” masculina, ofendendo um sem-número de mulheres no país, na medida em que reproduz um discurso sexista. No entanto, buscamos fazer uma leitura a partir de um viés invisibilizado, a saber, um ideal de masculinidade que tem como personagem hegemônico um homem (heteros)sexualizado, provedor e protetor. As duas imagens de gênero implicam em desigualdades que desde o último século têm sido combatidas e comprometem a busca por um equilíbrio sócio-cultural entre as posições femininas e masculinas.

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Biografia do Autor

Djalma Thürler, UFBA
Doutor em Letras com estudos nas áreas de Literatura Brasileira e Teatro (UFF) é Professor do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e Professor Adjunto do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia. Membro do CULT – Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, e coordenador do CuS – Cultura e Sexualidade e GENI – Gênero, Narrativas e Políticas Masculinas. E-mail: djalmathurler@uol.com.br
Rafael Aragão, Ufba
Mestrando do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia. Membro do CULT – Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, nos grupos de pesquisa: CuS – Cultura e Sexualidade e GENI – Gênero, Narrativas e Políticas Masculinas. E-mail: rafael.aragao@hotmail.com
Publicado
2012-09-29
Como Citar
Thürler, D., & Aragão, R. (2012). Representação Feminina, Identidade Masculina. Interfaces Científicas - Humanas E Sociais, 1(1), 09-15. https://doi.org/10.17564/2316-3801.2012v1n1p09-15
Seção
Artigos