VULNERABILIDADE DA FAMÍLIA MONOPARENTAL FEMININA E SEUS ASPECTOS INTERSECCIONAIS SOB UMA ABORDAGEM CRÍTICA FEMINISTA
DOI:
https://doi.org/10.17564/2316-3801.2025v12n3p5-21Resumo
Considerando as mudanças no reconhecimento das famílias contemporâneas, este estudo explora a vulnerabilidade das famílias monoparentais femininas, afetadas por marcadores sociais. Destacam-se as dificuldades das mães solo, considerando raça, classe, gênero e estado civil, apoiados pela teoria interseccional de Crenshaw (1989). Esta abordagem é essencial para entender como múltiplos sistemas de opressão se interligam e aumentam a vulnerabilidade dessas famílias, formadas apenas por uma mulher e seus filhos. Baseando-se nos estudos de vulnerabilidade de Finemann (2010), o trabalho enfatiza a obrigação das instituições em adotar medidas para mitigar essas disparidades, promovendo resiliência diante de desafios sociais.