REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA POLÍTICA BRASILEIRA: A EVOLUÇÃO DOS DIREITOS FEMININOS

Thais Karolina Ferreira de Medeiros, Maria Carmem Chaves

Resumo


Este artigo tem como objetivo principal apresentar um estudo sobre a evolução dos direitos femininos, tendo como marco inicial a estruturação política da Grécia antiga, corroborando o estado de dominação a que as mulheres da época eram submetidas, sendo minimizadas e muitas vezes chegando ao ponto de terem que obedecer aos filhos homens que tivessem determinada idade. Para tal, foi feita uma linha do tempo relatando alguns dos passos mais importantes dados pelas mulheres no Mundo e no Brasil até que finalmente conquistaram o direito ao sufrágio em 1893, sendo a Nova Zelândia o primeiro país a permitir que as mulheres exercessem o direito ao voto. No Brasil, a conquista deste direito foi mais tardia, foi apenas no ano de 1946 que as mulheres conquistaram a obrigatoriedade do direito de votar através da determinação do sufrágio universal, que havia sido previamente estabelecido pelo Código Eleitoral de 1932, entretanto, com restrições. Muitos anos se passaram e a participação política feminina no Brasil ainda é mínima caso seja comparado com a quantidade da população de mulheres no país. E isto se deve ao fato de que elas não foram criadas como seres políticos, cabendo então ao Estado a criação de políticas públicas que estabeleçam medidas que influencie elas a participarem da vida política do país.

Palavras-chave


Política. Mulher. Voto. Sufrágio. Direito.

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