DE LOBINHA A PIONEIRA: SUBJETIVIDADES DE MULHERES NO MOVIMENTO EDUCACIONAL ESCOTEIRO

Dinamara Garcia Feldens, Aldenise Cordeiro Santos

Resumo


Este artigo percorre linhas, como é próprio do método
cartográfico, que compõem a presença da mulher
no escotismo, pensando nesse percurso as produções
de subjetividades. Tem por objetivo cartografar subjetividades
de mulheres no movimento escoteiro. Esta
é uma pesquisa desenvolvida com três mulheres que
participaram e/ou ainda participam desse grupo escoteiro.
Durante a pesquisa, foram realizadas entrevistas
que produziram falas permeadas de experiências, narrativas,
ensinamentos, conceitos de mulher, subjetividades
e outros aspectos que compõem a vida dessas
mulheres em nossa sociedade. Para pensar a possibilidade
de uma educação que perpassa a vida e produz
subjetividades, foram utilizados autores da Filosofia da
Diferença, dentre eles: Deleuze, Foucault e Guattari.
No escotismo e em outros dispositivos educacionais,
são ensinados valores que conduzem as mulheres a enquadramentos
sociais.

Palavras-chave


Subjetividades. Escotismo. Mulher

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DOI: http://dx.doi.org/10.17564/2316-3828.2017v5n2p79-90


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